Passado, Presente e Futuro, Parte II-José C. Santos-contos 3º grau-E.5
Contos de 3º Grau...
Publicado a 25 de Outubro de 2016

Passado, Presente e Futuro - Parte II por José Carlos Santos nos contos de 3º grau - História 10/Episódio V

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Título: “Passado, Presente e Futuro - Parte II” - História 10

        Episódio I - José Veiga de Faria                   Episódio II - Sílvio Gama                    Episódio III - Carlos Marinho
        Episódio IV - Gonçalo F. Gouveia                 Episódio V - José Carlos Santos


    


Ler aqui a história "Passado, Presente e Futuro - Parte I"


Episódio I por José Veiga de Faria - Dia 1

 


Ler aqui.


Episódio II por Sílvio Gama - Dia 6


Ler aqui.


Episódio III por Carlos Marinho - Dia 12


Ler aqui.


Episódio IV por Gonçalo F. Gouveia - Dia 18


Ler aqui.


Episódio V por José Carlos Santos - Dia 24


Então V entrou em pânico. Tinha percebido que o que lhe acontecera era o pesadelo de todos os estudantes de viagens no tempo: ficara preso num ciclo temporal! Se não fizesse nada, estaria condenado a reviver os mesmos eventos para toda a eternidade. De cada vez seria a mesma coisa: aparecer dentro da arca frigorífica, regressar ao seu tempo, falar com a Clara e com J, adormecer e… recomeçar tudo novamente. Era um fenómeno raro, assustador e mal compreendido.
O agente V tentou lembrar-se dos relatos dos poucos casos em que alguém conseguira sair de tal ciclo. O que é que esses agentes tinham feito?
Finalmente lembrou-se! Os agentes não podiam controlar os seus próprios saltos temporais; eram os seus superiores hierárquicos quem os decidiam. Mas caso os seus dispositivos de viagens temporais estivessem em perigo de serem destruídos então, automaticamente, o agente era enviado para uma época aleatória do futuro onde, esperava-se, seria possível resolver quaisquer problemas técnicos do seu equipamento e depois enviá-lo novamente para a seu tempo. Por isso, V apontou uma arma que trazia consigo para o equipamento e, no instante em que a ia disparar… saltou no tempo.
Quando deixou de se sentir atordoado, guardou a sua arma e consultou o seu equipamento para saber quando é que estava. Quando viu a resposta, desatou a rir.
— Com que então, meu caro J, não era possível enviarem-me 1000 anos para o futuro?!


FIM